As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Luto nas Letras


O sorriso contagiante da  Ana Marly de Oliveira Jacobino nos deixou...
Deus a chamou para que fosse comandar os saraus celestes e levasse seu sorriso para iluminar outras esferas.

Por muitos anos ela comandou o Sarau Literário Piracicabano e tinha muito amor pela poesia, pela literatura e verdadeira paixão pelo Sarau. Em nome de todos os integrantes dos grupos literários, nossos sentimentos à família.


Despedida a Ana Marly de Oliveira Jacobino
Angela Reyes Ramirez


Partiu as barras da carne que a aprisionavam.
Com as suas asas machucadas, embarcou para o infinito.
Emudeceram os saraus pela falta de suas gargalhadas alegres.
De luto, os poemas perdem o sentido e a poesia seu ritmo lírico.
Partiu a querida como costumava chamá-la,
Deixa em nossos corações as lembranças maravilhosas de mulher corajosa, guerreira, a amiga, incansável na luta contra sua doença.
Agora, acabaram as tuas dores, querida.
Na Terra prometida para os justos.
Será impossível esquecer-te porque as tuas impressões estão marcadas por amor e amizade.
Até um dia ...

Sarau Cultural
Ivana Maria França de Negri


Ela chega com esfuziante alegria,
Largo sorriso e visível euforia
Que a todos contagia

Música, teatro, poesia
Humor, dança e muita cantoria
No ar, um clima de pura magia!

A tristeza se evapora
O que é ruim vai embora
Só vale viver o agora

É a Ana Marly do Sarau
E da Agenda Cultural!


À caríssima Ana Marly
Leda Coletti

Ana bacana
rica porcelana,
vale mais que o ouro
é o nosso tesouro.

A- Alegria seus olhos irradiam
N- Néctar de saber a nós distribui
A – Amor, carinho que nos saciam.

M- Mulher guerreira, valente.
A - Alma bela, fomenta só o Bem
R – Raio de estrela cadente
L – Literatura conhece como ninguém
Y – Yes, sempre foi sua resposta à Vida

Que o Deus Todo Poderoso proteja sempre a nossa queria idealizadora e coordenadora perfeita do Sarau Literário Piracicabano.

Amém


                        
ANA MARLI - ACRÓSTICO
Elda Nympha Cobra Silveira

A-NA, hoje temos que deixá-la ir
N-ada a impede de partir
A-nte Deus você está a sorrir!

M-ais livre, pois agora flui...
A-lada, você paira...
R-enascida na sua plenitude.
L-iberta como alma imortal
I-ndo viver com todas suas virtudes.


UM VIVA À VIDA!
Maria de Lourdes Piedade Sodero Martins
Para Ana Marly com afeto e admiração

A Vida é presente! É dom, é alegria!
É dádiva, conquista, de Deus, cortesia!

É nosso dever amá-la, curti-la
Tornando-a sempre feliz sinfonia!

A Vida é graça, é bênção, louvor
Que o Pai oferece com todo amor!

Saudemos a Vida com fé e coragem!
Tornemos a Vida, poesia/mensagem

Vida, Vida, Vida!
Uma Viva à Vida!


Com a gratidão de todos os participantes dos belos e memoráveis Saraus





Ana Marly
Esio Antonio Pezzato

Ana Marli Jacobino
Seu nome rima traduz
Já cumpriu o seu destino
Agora é foco de luz








segunda-feira, 13 de novembro de 2017

“The Lady is a Tramp”


Ana Marly De Oliveira Jacobino


Canto a esperança
vivaz da força da canção
sacolejando notas alegres
na voz dos intérpretes
pura emoção!
Acredite eu canto e danço
com eles...
“She likes the green (green) grass (grass) 
under her shoes”
Dançando ao sabor 
do som dos instrumentos
músicos... músicos...músicos...
apagam o medo
levam-no para longe,
muito longe...
sou Dorothy de Ozz... 
nos pés o encanto dos sapatos vermelhos
afinam cada célula 
assopram vivacidade
sonham esperança
no meu peito!

Exata ou Humana?


Maria Madalena Tricanico Silveira

Arte não se explica!
Entende-se…Sente-se…
Você olha e não vê nada!
Parece vazia, oca…
De repente, surge deslumbrante!
Num entendimento divino e recíproco.
Sorri de você e para você.
Mostra sua supremacia! 

Arte é sempre Arte!
Qual sua cor? Primária?
Pura ou misturada. Amalgamada…
É sonho em realidade transformada.
Sorriso branco brilhante
Refletido do jaleco médico
Mandando embora o roxo fatídico,
Da vida do velho, da criança
Ou do adolescente.

domingo, 12 de novembro de 2017

Ser avô!


Paulo Ricardo Sgarbiero

Você vai ser avô!
Ouvir esta frase foi emocionante.
O quanto meu coração esperou,
Para sentir esta alegria inebriante.

Sonhar com as brincadeiras,
Com a atenção que será dispensada.
As loucuras serão corriqueiras,
Mas muita cautela será aplicada.

Dizem que o avô estraga a educação,
Mas sempre serei severo.
A não ser quando tocar o coração
O pedido com um sorriso singelo.

E outra não será a reação
Ante uma estripulia realizada
Quando o avô for tocado com emoção

E dar um abraço no lugar da palmada.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

UM CORAÇÃO QUE BALANÇA

               
                                          Eloah Margoni


Não sou mulher chorona. Dura na queda até, às vezes me acho. Mas confesso eventualmente deslizes. Ultimamente houve três; um quando vi e ouvi um vídeo das crianças de Montese, Itália, cantando em português como o fazem anualmente, o hino da Força Expedicionária Brasileira, em homenagem aos pracinhas que libertaram a cidade dos nazistas durante a segunda guerra mundial. O segundo quando constatei terem cortado e destruído meu jardim, com suas duas árvores e alguns arbustos, jardim esse da casa na qual morei por doze anos e onde nasceram e viveram gerações mais gerações de pássaros coloridos, amigos, e alguns gambás. E a terceira, hoje, uma terça feira pela manhã. Mas para que compreendam o assalto por mim sofrido pela última emoção, devo antes contar-lhes...
         Há meses sai num final de tarde levando o cãozinho preto, querido e vira latas que mora conosco, dar uma volta. Cheguei a uma rua que conheço bem, mas estranhei a quantidade de pessoas paradas na calçada, quietas, com fisionomias expectantes. Tal rua costuma ser quase vazia. Mas existe um local para eventos ali; ocorreu-me que talvez se tratasse de curso ou seminário a acontecer no lugar. Não era, e seguindo mais um pouco vi a causa do movimento. Dentro de um estacionamento que também existe ali, deitada no chão e com a cabeça no colo de um rapaz, encontrava-se uma moça com a perna esquerda absolutamente escangalhada nas regiões do joelho e pré-tibial; poça de sangue no chão. O impressionante é que ela não berrava, como teria o total direito e como se esperaria. Só dizia, gemendo:
        - Ái, que dor na perna! Que dor!
        Eu, com o cachorro, não poderia me aproximar, mas percebendo tratar-se de um atropelamento, recomendei que a jovem fosse colocada com o pescoço reto, no nível do solo (só que ninguém ligou) e indaguei se já fora chamado o resgate. Segui então para casa onde deixei o cão e voltei para o lugar. O resgate já havia chegado, a moça estava dentro dele, com colar cervical e tudo. Dirigi-me ao estacionamento para saber detalhes. Soube que a jovem não tinha sido atropelada na rua como supunha, e sim lá dentro mesmo. Fora buscar um carro e o manobrista, um rapaz que não sabia o que fazia ali, atropelou-a com o mesmo.  Eu disse ao dono do estacionamento, um jovem também que não parecia muito abalado com o assunto, que a responsabilidade era de ambos e que a garota nunca ficaria com aquela perna normal, na melhor das hipóteses.
      Semanas e alguns meses se passaram. Andando por lá, lembrava-me constantemente da jovem. Queria muito saber dela, como se saíra na cirurgia. No entanto não tinha sequer seu nome e seria inútil indagar ao dono do estacionamento, um moço com quem já não tivera uma conversa simpática.  Desejava muito ter notícias! Notem essa mistura de senso maternal e de acolhimento de quem se apegou à medicina, que nos toma...
     Pois bem, hoje pela manhã, uma jovem, muito bela por sinal, aguardava para exame pericial. Isso para carteira de habilitação de pessoas portadoras de necessidades especiais (deficientes). Usava uma saia longa e muletas. Ajudei-a entrar na sala de exames, e na sequência indaguei o que ocorrera. Talvez só tivesse feito alguma cirurgia.  Ela relatou amputação do membro inferior esquerdo e eu soube imediatamente ser a mesma garota. Ela acrescentou que tinha sido atropelada dentro de um estacionamento, por incrível que parecesse. Disse-lhe eu que não só acreditava nisso, como fora testemunha do fato.
     Senti-me tomada de grande comoção e só me controlei porque era necessário. Ali estava corajosa e bonita moça contando-me, com sobriedade, detalhes do ocorrido, que ficara três meses hospitalizada, que fizera doze intervenções cirúrgicas na tentativa de lhe salvarem a perna, mas que isso fora impossível. Falava da prótese que deveria colocar (particularmente claro, às suas expensas) esperançosa, porque a mesma lhe permitiria independência. Parecia já ter trabalhado bem aquela incongruência surreal de estar no lugar errado, na hora errada e com um manobrista errado e incapaz de lidar com o veículo, que nem era dela explicou-me. Um amigo pediu-lhe que fosse buscar. Pedira antes a duas outras pessoas não quiseram ir, mas ela disse sim.
     Enfim, pensei que eu desabaria num pranto, porém seria inconveniente no momento. Então não o fiz. Como sou prática, preferi oferecer-me como testemunha do caso, se ela o levasse à frente, a investigações maiores ou processos, o que me parece essencial até.
      Era o que eu podia fazer... e abracei-a no final. Isso também era cabível ser feito. Então o fiz.

domingo, 5 de novembro de 2017

5 de novembro: Dia Nacional da Língua Portuguesa


Na ponta da língua 
 Olivaldo Júnior  

O que Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste têm em comum? A resposta está na ponta da língua: a Língua Portuguesa. O idioma de Camões e do analfabeto, a língua que cheira a azeite, o código que (de)cifra nossa alma, a Língua Portuguesa tem seu dia no Brasil em 5 de novembro, mesmo dia em que nascera Rui Barbosa, importante literato brasileiro, famoso por viver estudando a língua em que todos os lusófonos reluzem. Reluzem como José, Saramago, que escreve torto por linhas certas e acerta em cheio: a cegueira do homem é sua falta de amor. Bingo! 
Quem escreve em português sabe como essa língua é astuta. Qual lobo em pele de cordeiro, corteja o poeta, seduz o escritor, engana quem dela se julga senhor. Mal sai o sol, mal chega a lua, dia a dia, noite adentro, quem lida com a língua vive à míngua, numa fome de tê-la no âmago, na parte mais frágil do estômago, só para ver se mata a fome de ser quem experimenta ser ao estar enfeitiçado por ela. Como era mesmo chamado Machado de Assis? Ah, lembrei! De "Bruxo do Cosme Velho". E Clarice Lispector? De feiticeira, ou seja, bruxa. Bem, talvez esses grandes autores tenham se tornado assim para lograr a língua que temos. 
A Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, é a lei brasileira que institucionaliza o dia 5 de novembro como a data oficial para nos lembrarmos daquela que jamais nos esquecemos. Na voz serena da mãe ao pé do berço e na voz suave do pai a nossa mão (a quem acudimos com os primeiros sons guturais de nossa fala), no canto cívico em dia pátrio na escola, na cola que o amigo nos passa em dia de prova, na jura de amor declarada ao primeiro eleito (bem ao pé do ouvido), no "sim" que ofertamos ao que nos conquista e no "não" que entregamos ao que nos repulsa, a língua que temos nos tem e fala por nós e, às vezes, nos tolhe e nos cala. 
Ensinar alguém a falar e a escrever melhor era uma meta a ser atingida. Aí, os revezes da vida viraram meu barco e, igual a Camões, que, entre salvar o manuscrito de Os Lusíadas e sua amada Dinameme, preferiu salvar o primeiro, preferi salvar a mim mesmo, e meu sonho foi ficando distante. "O homem atrás do bigode / é sério, simples e forte. / Quase não conversa. / Tem poucos, raros amigos / o homem atrás dos óculos e do bigode."... Drummond, Drummond!... Se eu tivesse bigode e usasse óculos, seria o homem que ele descreve em seu famoso poema. O homem que fala e escreve em idioma português sua insistência brasileira.   
Vaga-lumes deles mesmos, sabiás na janela do Face, do Instagram e do Whats, cantam sem música por um pouco de amor, um mero olhar de outro vaga-lume, próximo sabiá, semelhantes a eles em sua "praia", em triste fado. Igualmente tristes, nós, os pretensiosos desenvolvedores da língua, citamos e vivenciamos Bandeira, macaqueando a sintaxe lusíada, que está na ponta da língua, a mesma com que lambemos as horas, todas as rosas, flores e espinhos da Língua Portuguesa. Nós, bruxos, feiticeiras, solitários e sem ninguém, que acendemos outra vela, ou um lampíão qualquer, e começamos a (a)fiar nossa lusa "espada". 


sábado, 4 de novembro de 2017

Lolita



Ésio Antonio Pezzato

Lolita é a gata da Ivana
E ela reina soberana
De forma pura e catita
A todos, com seu encanto
Semeia em miados seu canto
Da maneira mais bonita!


terça-feira, 31 de outubro de 2017

No meio do caminho


31 de outubro: Dia Nacional da Poesia
Olivaldo Júnior

Quem não conhece o célebre poema "No meio do caminho", do poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade? Aparentemente simples, o poeta elege uma grande dificuldade como pretexto para sua eterna recordação. "No meio do caminho tinha uma pedra / tinha uma pedra no meio do caminho / tinha uma pedra / no meio do caminho tinha uma pedra."... Desde o dia 3 de junho de 2015, temos mais um motivo para nos lembrarmos de Drummond e de suas "pedras" no meio do caminho, pois, a partir dessa data, de acordo com a Lei 13.131/2015, comemora-se oficialmente o Dia Nacional da Poesia no dia do aniversário do poeta, ou seja, em 31 de outubro. Halloween?! Dia das Bruxas?! Que nada! Na terra de Vera Cruz, sob a luz do Cruzeiro do Sul, cruamente brilhando, é dia de "ouvir estrelas" e dizer um poema.
Os primeiros poetas "brasileiros", com certeza, não foram brasileiros. Vieram nas caravelas portuguesas, "segurando vela" para esse casamento arranjado que foi o "descobrimento" do Brasil pela terrinha, o “nosso” Portugal. Assim, os primeiros habitantes lusitanos que tivemos foram, em sua maioria, degredados. E o que eram, são e serão os poetas senão os indesejados, os que não têm mais jeito e, de dentro do peito, acendem a chama do verso e versificam outro mundo em si mesmos? No céu da boca de um poeta há mais constelações que no cosmos. Acredite! Um poeta tem galáxias na manga e delas lança mão quando é preciso. Isso obriga o pobre a viver na lua, com os olhos para além, meio alheios, aluados, aludindo ao que, via de regra, não vale muito no tal mercado literário universal.
A poesia. O que seria o homem sem a faculdade da abstração, ou seja, de ver algo a mais no que ele enxerga? Porque a poesia é isso, quase um duplo do mundo, um "pó de pirlimpimpim" que tudo recobre, visível apenas por quem traz a "chave", a senha, o espírito para enxergar o que os poetas veem. Vem de onde a poesia? De um livro antigo, de uma velha lenda homérica, uma odisseia, escrita sabe-se lá por quantas mãos de quantos poetas? Ou dos versos em redondilhas que um caboclo, um caipira, aprendeu não lembra mais com quem e o ajudou a compor muitas modas de viola lá na roça? Não sei, mas a poesia está no ar. Num caderno de colégio, num bilhete apaixonado, numa lápide invulgar, numa velha camiseta, num eterno coração que, como todo coração, só é eterno enquanto dura. Olha, Vinicius!...
"Eu canto porque o instante existe / e a minha vida está completa. / Não sou alegre nem sou triste: / sou poeta.", assim nos disse a "poeta" Cecília, a Meireles. Sim, a poesia também está no jornal, como tão bem lembrava Bandeira em seu "Poema tirado de uma notícia de jornal". Conhece-o? Se não, vale a pena conhecê-lo. A poesia é uma forma de ser e de estar no mundo, esse mesmo mundo, tão infenso, tão adverso, tão inimigo à poesia. Se a rosa é do povo, a poesia é também. No diário de Anne Frank, nos livros da menina que os roubava, a poesia, sempre à espera de um pouco de ar, soluça (em silêncio) sua música.
Na cidade em que moro, Mogi Guaçu, São Paulo, há pessoas que escrevem poesia. Umas são mais conhecidas, outras menos, mas escrevem. Existe a Academia Guaçuana de Letras, a Casa do Escritor de Mogi Guaçu e a UBT (União Brasileira de Trovadores). Já estive muito junto das três. Senti de perto o que sentem. Hoje, na cidade em que nasci, Aguaí, São Paulo, está nascendo a Academia Aguaiana de Letras. Machado de Assis anda por lá, fiscalizando tudo, vendo o que está certo e o que pode ser melhorado, afinal, Machado é para isso. Eu, por minha vez, nos canteiros da vida, vivo um pouco por vez. Às vezes me canso e me volto para mim. Sou eu, na aquarela que crio, num trenzinho da infância, em poesia.
No Dia Nacional da Poesia, que Drummond desça à Terra e aterrisse na sala em que tantos não leem, não querem mais ler, sequer conversar. Poesia não é estática, muito pelo contrário, é cinética, em transe, e transita por todas as artes, cada uma das muitas musas.

No meio do caminho não tinha uma pedra. No meio do caminho tinha um poema.

domingo, 29 de outubro de 2017

Bate-papo sobre a vida e a obra de Machado de Assis

Palestra que integra a programação da 2a edição da FLIPIRA - Festa Literária de Piracicaba
Palestrantes Irineu Volpato e Armando Alexandre dos Santos sendo apresentados por João Athayde

Irineu Volpato

Armando Alexandre dos Santos


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sábado, 28 de outubro de 2017

Segundo dia da FLIPIRA

Fotos: João Carlos Nascimento e Ivana Negri